Sento na calçada e espero meu amor chegar.E o tempo se arrasta nos passos daquela senhora.Nessa tarde de verão, aqui espero.É outono e o amor eu não supero.É primavera e meu olhar continua perdido e sincero.É inverno e de novo me desespero.Continuo esperando pelo cheiro de ilusão no ar.Por sua boca que me nega.Por sua razão de não me amar.Por tudo que me fez te esquecer.Mas sinto que espero.Ouvindo pela rua sons de bolero.Esse amor que dói, mas que eu quero.

6 comentários:

Marcelo Mendonça disse...

Vou deixar a rua me levar...que bonito Let!

Gαвriela Mєlo disse...

Nós somos meio loucos: o amor sempre dói a nós sempre o queremos...

Adorei as rimas em prosa.
Beijão

Esquadros disse...

Let (by the away, que apelido fofo)

ai ai ai (Suspirando)
Que lindo
O amor é assim mesmo os mais doloridos...valem a Pena.

Parabens, Adorei

Prisci

gigi disse...

Padre Alfredo, vcs já são musos... sucesso de público e de crítica!

beijos.

Ane Brasil disse...

Todo amor dói.
O quê não dói, arde.
O que não arde e nem dói
nem amor é!
Sorte e saúde pra todos!

CASÉ disse...

DESSA VEZ NÃO DIGO NADA,QUE É PRA NÃO ACHAREM QUE ERRARAM DE BLOG!!