O cárcere era privado para qualquer tipo de saliência, muito menos para qualquer feitiço eloquente ou um feitio quente daqueles do tipo que travam a garganta. Quando assim mesmo, de repente, ele puxa os cabelos de quem não podia negar o que estava saltante dos olhos. Sim, ele mesmo que puxa, depois se nega e renega o que ele nem sabe e se diz doutor do assunto.

Se for pelo sexo posso até medir para repetir, pois estava teso e molhado como qualquer tesão sentido. TESÃO, com letras maiúsculas pra falar de vontade. Sim, vontade de ter, me ter ou meter.


Caco

4 comentários:

Irene Carballido disse...

Muito bom, Let.

Marcelo Mendonça disse...

Esquentou meu dia de chuva!

Elga Arantes disse...

Uau!

Catarina Rangel disse...

Esse Caco tá danado!