- E o carnaval?
- Passei em lençóis, com minha figura.
- Chapada?
- Nada, de cara mesmo.
- E Lençóis, sempre a mesma?
- Não!!!!!!!!! eu trocava eles depois de cada trepada.
Fatos Reais
Ela estava tão feliz com sua conclusão e diz para ele:
- Eu sou uma gênia mesmo!
E ele retruca:
- E se esfregar realiza os desejos também?
- Eu sou uma gênia mesmo!
E ele retruca:
- E se esfregar realiza os desejos também?
Ponto de ônibus
- E esse carnaval?
- Delíííííííícia!!! Curti no Rio.
- Viu a Mangueira entrando?
- Vi nada, meu bem; fechei os olhos, relaxei e deixei foi ELA entrar bem gostoso...
- Delíííííííícia!!! Curti no Rio.
- Viu a Mangueira entrando?
- Vi nada, meu bem; fechei os olhos, relaxei e deixei foi ELA entrar bem gostoso...
Minhas Frases Deles
Como diz Zé:"Vai logo, menino, chuva não quebra osso"
Como diz Tim: "Uso mais minha memória para esquecer do que para lembrar"
Como diz Nice: "Pode quebrar o copo que é de requeijão"
Como diz Luiz: "Eles podem ser grandes mas a gente é ruim"
Como diz Diva: "Quem quer bala? Olha a bala bicha, abala, bicha"
Como diz Tim: "Uso mais minha memória para esquecer do que para lembrar"
Como diz Nice: "Pode quebrar o copo que é de requeijão"
Como diz Luiz: "Eles podem ser grandes mas a gente é ruim"
Como diz Diva: "Quem quer bala? Olha a bala bicha, abala, bicha"
Que bloco é esse?
Matilde Ribeiro anunciou hoje a saída da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial após ser acusada de usar irregularmente o cartão corporativo do governo.
Em 2007, as despesas de Matilde com o cartão corporativo somaram R$ 171 mil. Desse total, ela gastou R$ 110 mil com o aluguel de carros e mais de R$ 5.000 em restaurantes.
A ministra afirmou:
"Não estou arrependida. Fui orientada a usar o cartão."
"Este erro não foi cometido exclusivamente por mim."
Minha dúvida:
Tem mais gente prá sair ou a demissão de Má tilde cumpre já a cota do governo de afastar quem usa irregularmente o bem público?
Em 2007, as despesas de Matilde com o cartão corporativo somaram R$ 171 mil. Desse total, ela gastou R$ 110 mil com o aluguel de carros e mais de R$ 5.000 em restaurantes.
A ministra afirmou:
"Não estou arrependida. Fui orientada a usar o cartão."
"Este erro não foi cometido exclusivamente por mim."
Minha dúvida:
Tem mais gente prá sair ou a demissão de Má tilde cumpre já a cota do governo de afastar quem usa irregularmente o bem público?
"todo Carnaval tem seu fim."
O carnaval de marchinhas e estandartes não existe mais.
A sociedade em que vivemos nos dias de hoje, é talvez tão banal e perdida que se justifique o carnaval atual. Vivemos numa sociedade, e como modista, consumista, que a imagem vale mais do que tudo, com valores contrários, e de forma redundante, capitalista.E de tão capitalista, o carnaval se transformou em um grande negócio. Milhares de reais, e por que não, dólares, são gastos e ganhos. Faturam-se, vendem-se.
A magia de uma festa tão bonita, contada pela boca de minha avó, dos tempos que se levavam cadeiras para a Avenida Sete, foi perdida. Ainda me deparo com comentários que dizem que o carnaval é a festa mais democrática! “A maior festa popular e democrática do mundo”. Talvez já tenha sido, mas hoje o que se vê, é milhares de pessoas divididas por uma imensa corda, enquanto aqueles que ficam ali no meio dela, segurando-a , dividem os privilegiados dos blocos com a pipoca, murros e empurrões, segundas de cigarro e resto de cerveja, e por que não?
E se não bastasse, quando não, você precisa olhar para o chão, para não pisotear os catadores de latinha, que realmente mergulham numa multidão para ganhar alguns trocados. Os camarotes cada vez mais sofisticados e caros, para o mínimo da população. Democrático, não?
É o lugar onde os amores começam e terminam num piscar de olhos.
E esses “artistas” mais do que ricos, cantando um monte de baboseiras, futilidades, sentimentos rasos, e se duvidar, com os mesmos acordes, o mesmo bordão, as mesmas melodias chatas e clichês.
Onde está a cultura brasileira? No bolso de alguém, provavelmente.
Gosto é que nem cu, e mau gosto também. Isso é falta de cultura. A alienação atual do jovem brasileiro.
Mas é isso, de certa forma, todos se divertem, abrangendo todas as classes de A a Z, até quem assiste pela TV (e que transmissão cara). Todos se esquecem dos problemas, dos abismos sociais, corrupção, até quando em um certo ano, o governo adotou medidas provisórias e aumentos. Mas o que vale é isso, a diversão. Os abadás de determinado bloco, esgotou um ano antes do carnaval.
Bom Pão e Circo para vocês.
A sociedade em que vivemos nos dias de hoje, é talvez tão banal e perdida que se justifique o carnaval atual. Vivemos numa sociedade, e como modista, consumista, que a imagem vale mais do que tudo, com valores contrários, e de forma redundante, capitalista.E de tão capitalista, o carnaval se transformou em um grande negócio. Milhares de reais, e por que não, dólares, são gastos e ganhos. Faturam-se, vendem-se.
A magia de uma festa tão bonita, contada pela boca de minha avó, dos tempos que se levavam cadeiras para a Avenida Sete, foi perdida. Ainda me deparo com comentários que dizem que o carnaval é a festa mais democrática! “A maior festa popular e democrática do mundo”. Talvez já tenha sido, mas hoje o que se vê, é milhares de pessoas divididas por uma imensa corda, enquanto aqueles que ficam ali no meio dela, segurando-a , dividem os privilegiados dos blocos com a pipoca, murros e empurrões, segundas de cigarro e resto de cerveja, e por que não?
E se não bastasse, quando não, você precisa olhar para o chão, para não pisotear os catadores de latinha, que realmente mergulham numa multidão para ganhar alguns trocados. Os camarotes cada vez mais sofisticados e caros, para o mínimo da população. Democrático, não?
É o lugar onde os amores começam e terminam num piscar de olhos.
E esses “artistas” mais do que ricos, cantando um monte de baboseiras, futilidades, sentimentos rasos, e se duvidar, com os mesmos acordes, o mesmo bordão, as mesmas melodias chatas e clichês.
Onde está a cultura brasileira? No bolso de alguém, provavelmente.
Gosto é que nem cu, e mau gosto também. Isso é falta de cultura. A alienação atual do jovem brasileiro.
Mas é isso, de certa forma, todos se divertem, abrangendo todas as classes de A a Z, até quem assiste pela TV (e que transmissão cara). Todos se esquecem dos problemas, dos abismos sociais, corrupção, até quando em um certo ano, o governo adotou medidas provisórias e aumentos. Mas o que vale é isso, a diversão. Os abadás de determinado bloco, esgotou um ano antes do carnaval.
Bom Pão e Circo para vocês.
Ponto de Ônibus
- Já comeu ?
- Comidaquilo.
- De novo?... Não enjoa?
- Qui nada, A-DO-RO !!!!!!!!
- A cozinheira deve ser boa...
- CO-ZI-NHEI-RO meu bem...
- Comé qui cê sabe?
- Foi DAQUILO que COMI e é TUUUUUUUUUDO de bom.
- Comidaquilo.
- De novo?... Não enjoa?
- Qui nada, A-DO-RO !!!!!!!!
- A cozinheira deve ser boa...
- CO-ZI-NHEI-RO meu bem...
- Comé qui cê sabe?
- Foi DAQUILO que COMI e é TUUUUUUUUUDO de bom.
Contos do Vigário
Por entre a máscara e o capuz, seus olhos arregalados eram assustadores. As mãos enormes me dominavam com violenta determinação. Apavorado e trêmulo eu gemia e chorava, com o corpo paralisado pela dor e o pânico.
Insensível ao meu desespero, penetrou minha cavidade com vigor cruel. Algo rígido e quente dilacerou-me com movimentos repetidos e frenéticos, enquanto me banhava, emitindo sons que igualmente me feriam.
Comecei a sangrar e ao misturar-se ao líquido que ele impiedoso jorrava sobre mim, meu sangue parecia-me cada vez mais abundante.
Sem controle sobre o corpo enrijecido e a densa saliva espumosa expelida pelos cantos da boca, percebi meu peito ofegante, encharcado e pegajoso.
A hora ali passada foi mais que uma eternidade. Ao seu comando levantei-me apressado, com o lado esquerdo do rosto privado de qualquer sensibilidade e indiferente às dores e seqüelas resultantes daquele embate.
Sem objetar, entreguei-lhe todo o dinheiro que tinha em meu poder naquele momento. Pagaria qualquer preço, para me livrar definitivamente daquele pesadelo.
Meu dentista é ducaralho, mas cada consulta é sempre este mesmo drama.
Insensível ao meu desespero, penetrou minha cavidade com vigor cruel. Algo rígido e quente dilacerou-me com movimentos repetidos e frenéticos, enquanto me banhava, emitindo sons que igualmente me feriam.
Comecei a sangrar e ao misturar-se ao líquido que ele impiedoso jorrava sobre mim, meu sangue parecia-me cada vez mais abundante.
Sem controle sobre o corpo enrijecido e a densa saliva espumosa expelida pelos cantos da boca, percebi meu peito ofegante, encharcado e pegajoso.
A hora ali passada foi mais que uma eternidade. Ao seu comando levantei-me apressado, com o lado esquerdo do rosto privado de qualquer sensibilidade e indiferente às dores e seqüelas resultantes daquele embate.
Sem objetar, entreguei-lhe todo o dinheiro que tinha em meu poder naquele momento. Pagaria qualquer preço, para me livrar definitivamente daquele pesadelo.
Meu dentista é ducaralho, mas cada consulta é sempre este mesmo drama.
Nús banheiros
Se suas saias rodadas não entram nem cabem aqui,
onde é que MIJAM as baianas na Lavagem do Bonfim?
(Banheiro químico no Largo dos Mares)
onde é que MIJAM as baianas na Lavagem do Bonfim?
(Banheiro químico no Largo dos Mares)
Perguntas e Respostas
Qual a diferença entre a loura e a muriçoca?
A diferença é que quando você bate na muriçoca ela para de chupar.
A diferença é que quando você bate na muriçoca ela para de chupar.
do que adianta você dormir agarrada nele,
se você toda noite pensa em mim
do que adianta você trepar com ele,
se você deseja que fosse eu ali em cima de você
do que adianta você acordar e dá bom dia pra ele,
se seu primeiro pensamento do dia se eleva até a mim
do que adianta estar com ele,
se você quer a mim
dissimulada
e
acomodada
e por isso me apaixonei.
.
.
se você toda noite pensa em mim
do que adianta você trepar com ele,
se você deseja que fosse eu ali em cima de você
do que adianta você acordar e dá bom dia pra ele,
se seu primeiro pensamento do dia se eleva até a mim
do que adianta estar com ele,
se você quer a mim
dissimulada
e
acomodada
e por isso me apaixonei.
.
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Ponto de ônibus
- Oi, quanto tempo.
- Pois é, feliz Ano Novo! Xiiiiii, lá vem meu Buzú.
- Prá você também, tá morando onde?
- No mesmo lugar, me ligue.
- Tchau!
- Tchau!
Depois da primeira curva, a dúvida:
- Oxente, mas você não se mudou, logo depois do Natal?
- Pois é, mas se eu fosse explicar, tin tin por tin tin, que tô morando agora no Remanescente dois do Conjunto Cajazeiras cinco, caminho trinta e sete, casa três, fundos. Perdia o meu Buzú, meu bródi.
- Pois é, feliz Ano Novo! Xiiiiii, lá vem meu Buzú.
- Prá você também, tá morando onde?
- No mesmo lugar, me ligue.
- Tchau!
- Tchau!
Depois da primeira curva, a dúvida:
- Oxente, mas você não se mudou, logo depois do Natal?
- Pois é, mas se eu fosse explicar, tin tin por tin tin, que tô morando agora no Remanescente dois do Conjunto Cajazeiras cinco, caminho trinta e sete, casa três, fundos. Perdia o meu Buzú, meu bródi.
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